As Testemunhas de Jeová e a Divindade de Cristo

As Testemunhas de Jeová e a Divindade de Cristo

A Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados, ou Testemunhas de Jeová, têm ensinado continuamente, desde sua aparição no ano de 1896, que Jesus Cristo não foi mais do que apenas um homem perfeito: “com certeza não foi o Deus Poderoso e supremo encarnado”. Amplificando esta declaração, eles afirmam ainda em termos dogmáticos que Cristo nunca foi Deus e homem em tempo algum. “Alguns insistem que Jesus, enquanto estava na terra, era ambos Deus e homem. Esta teoria é incorreta”.

As Testemunhas de Jeová negam o fundamento da fé cristã e histórica, pois asseguram que o nosso Senhor foi a “primeira e direta criação do Deus Jeová”, e que antes de sua vida terrena Ele era então o Arcanjo Miguel. Contradizendo este ensino, a Bíblia e a igreja cristã declaram a Divindade completa de Jesus Cristo e a Sua igualdade com Deus o Pai.

No primeiro verso do Evangelho de São João, Cristo é revelado como o Verbo eterno de Deus, o qual se tornou carne (v. 14) — a “imagem de Deus” (II Coríntios 4.4). Observe a ênfase. “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (João 1.1).

Note que João 1.1 declara que no princípio “era” o Verbo (a Palavra) — ele não diz “tornou-se” ou “criou-se” através de Deus, como as Testemunhas de Jeová ensinam. Eles também interpretam erradamente este texto afirmando que no princípio “a Palavra era deus” mas a sua tradução em ambos contexto e gramática é uma impossibilidade, de acordo com as autoridades renomadas da gramática grega.

Além disso, as Escrituras proclamam que Cristo fez-se a sí mesmo “igual a Deusv (João 5.18) a que “nele habita, corporalmente, toda a plenitude da divindade” (Colossenses 2.9). Mais adiante, a Bíblia declara ainda que Cristo mesmo disse ser Ele o grande EU SOU (Jeová) do Antigo Testamento (veja Êxodo 3.13-16 e compare com João 8.58), e os judeus durante o Seu ministério Lhe entenderam de forma tão clara que intencionavam apedrejá-Lo até a morte por motivo de blasfêmia (João 8.59).

As Testemunhas de Jeová corrompem estes textos e muitos outros com a intenção determinada de rebaixar o nosso Senhor de Sua posição como Deus e Criador (Colossenses 1; Hebreus 1), e assim complementam o seu erro traduzindo o grego do Novo Testamento em várias circunstâncias contrariando mesmo todas as autoridades conhecidas da gramática. É verdade que durante a Sua vida terrenal, o nosso Senhor, voluntariamente limitou-se a si mesmo como homem (Filipenses 2.6-8), e sendo assim, Ele jamais tentou de forma alguma usurpar os direitos da Divindade. Ninguém necessita “roubar” aquilo que lhe pertence por herança (Hebreus 1). Como já temos revelado, Ele era a verdadeira Divindade — “o grande Deus” (Tito 2.13).

Não podemos nos esquecer que Cristo se humilhou ao ponto de morte de cruz, portanto como homem possuía o direito de dizer “o Pai é maior do que eu” (João 14.28). Porém, lembremo-nos também que Ele jamais disse “o Pai é melhor do que eu”. Melhor é um termo de comparação entre naturezas ou características e atributos (Hebreus 1.4), enquanto “maior,” como no contexto de João 14, e um termo de comparação relacionado com posições. Por exemplo, o nosso Presidente, é maior em posição do que qualquer um de seus compatriotas devido à sua função como Presidente da Nação; mas ele seria o primeiro a declarar que como um ser humano ele não é necessariamente o melhor. Assim, Cristo era também posicionalmente inferior a Seu Pai como homem, enquanto esteve na terra, mas as Escrituras indicam que Ele era semelhante ao Seu Pai no nível espiritual em todas as maneiras e épocas (Hebreus 1.3; João 5.18).

As Testemunhas de Jeová apontam sempre para a humanidade de Cristo nas Escrituras. Cuidadosamente tratam de omitir qualquer menção à Divindade completa de Cristo como reinvindicada por Ele mesmo, e assim “torcem as Escrituras, para sua própria perdição” (II Pedro 3.16).

O nosso Senhor ensinou sobre a Sua Divindade completa (João 8.58) e a Bíblia O chama de “Alfa e Ômega, o primeiro e o último” (Apocalipse 1.17-18). Ainda, Jeová mesmo é quem declara ser Ele o “primeiro e o último” (Isaías 44.6). Desde que somente pode haver um primeiro e último, Deus manifestou-se totalmente em Jesus Cristo, “o primeiro e o último” (Apocalipse 1.17-18) como as Escrituras e a igreja asseguram.

As Testemunhas de Jeová negam estas e outras grandes verdades da Bíblia Sagrada. Portanto, eles são seguidores desencaminhados, de uma organização humana e falível. Consequentemente, necessitam desesperadamente da salvação que somente o Deus-homem, Jesus Cristo, pode oferecer a todos que venham a Ele e o aceitam como o seu Salvador e Senhor (João 3.16 e 5.24).

Fonte: Centro Apologético Cristão de Pesquisas

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