Igrejas evangélicas e Católica assinam documento de reconhecimento mútuo estabelecendo “um só batismo”

Igrejas evangélicas e Católica assinam documento de reconhecimento mútuo estabelecendo “um só batismo”

A ideia de que, mesmo com suas particularidades, as igrejas cristãs reconheçam umas às outras como instituições que representam o corpo de Cristo, vem ganhando formato. Cinco igrejas históricas assinaram um documento reconhecendo oficialmente o batismo praticado entre elas, estabelecendo assim um ponto de relação.

O documento é fruto de extensos debates e foi assinado por representantes das igrejas Católica, Lusitana Apostólica Evangélica, Evangélica Metodista, Evangélica Presbiteriana de Portugal e Ortodoxa do Patriarcado da Constantinopla.

A assinatura aconteceu no último sábado, 25 de janeiro, na Catedral Lusitana de São Paulo, em Lisboa, Portugal.

O reconhecimento mútuo do batismo estabelece que um fiel que for batizado em qualquer uma das igrejas signatárias será reconhecido como batizado nas demais, assim como as cerimônias de casamento.

O conceito de unidade cristã vem sendo alentado por diversos líderes há anos, e mais recentemente o papa Francisco tocou no assunto, dizendo que pede a Deus que ajude os cristãos a superar a desunião.

Sobre o documento de reconhecimento mútuo do batismo, a pastora da Igreja Evangélica Presbiteriana de Portugal, Sandra Reis, afirmou que reconhecer “um só batismo” é um “passo que torna visível” a unidade entre as igrejas cristãs: “É uma contribuição para a caminhada ecumênica em Portugal”, definiu a pastora.

Fonte: https://noticias.gospelmais.com.br/igrejas-evangelicas-catolica-documento-estabelecendo-batismo-64629.html

 

Ecumenismo e a Vontade de Deus

Parece uma coisa tão bonita. Pessoas de religiões diferentes convivendo em paz, fazendo encontros especiais, falando bem dos outros e das religiões diferentes. Temas de paz, compreensão e amor ao próximo são bons e importantes. O discípulo de Cristo deve abraçar os movimentos ecumênicos? Esta tendência representa o caminho certo para servir a Deus no século XXI?

Neste artigo, vamos abordar as seguintes questões: 1. O que é o ecumenismo? 2. O que é o pluralismo? 3. O que Deus diz sobre estas idéias? 4. Como devemos agir diante destas tendências?

O que é o ecumenismo?

A mesma palavra pode ter sentidos diferentes. O termo “ecumenismo” é usado de maneiras diferentes em diversos contextos. Pode se referir aos movimentos que promovem “ecumenismo cristão”, fraternidade entre as religiões chamadas cristãs. Algumas organizações procuram relações entre protestantes, outras entre católicos e protestantes, etc. Um sentido mais abrangente, chamado, às vezes, de macro-ecumenismo, representa movimentos para paz, tolerância e união entre as diversas religiões – católicos, protestantes, budistas, hinduístas, judeus, muçulmanos, etc.

Estes movimentos envolvem vários níveis ou aspectos. Manchetes falam de reuniões entre líderes religiosos para promover a tolerância e a compreensão. Várias organizações religiosas, às vezes, juntam forças para realizar obras sociais e culturais. Outras iniciativas buscam minimizar diferenças teológicas e doutrinárias, dizendo que as diversas religiões são boas e igualmente válidas e que todas buscam os mesmos benefícios para os homens.

Podemos ver um exemplo que ilustra o objetivo de tais iniciativas no trabalho do Centro Ecumênico de Serviços à Evangelização e Educação Popular (CESEP). Conforme o site dela na Internet, esta organização oferece um curso que inclui “Panorama histórico de espiritualidade nas tradições religiosas: cristã, islâmica, budista, africana, indígena e wiccana com participação em celebrações religiosas….e participações em celebrações religiosas nas tradições: hinduísta e judaica”. Um participante do curso recentemente escreveu: “E como é parte do diálogo, no qual eu acredito, podemos durante o curso participar de momentos celebrativos das diversas religiões, entre elas: Umbanda, Candomblé, Judaísmo, Islamismo, Budismo e Hinduísmo.” Ele cita as regras do ecumenismo apresentadas no curso, uma delas dizendo: “Eventualmente, cada participante do diálogo deveria ter uma experiência da religião do outro – por dentro” (Antônio Ryscak, da Igreja Anglicana).

O que é o pluralismo?

O pluralismo é integralmente interligado ao ecumenismo. É a idéia de não existir verdade absoluta, assim aceitando “verdades” divergentes como igualmente válidas. Se aplicasse a mesma noção na sala de aula, uma professora elogiaria um aluno que respondesse que 2 + 2 = 4, e daria a mesma aprovação para outro que dissesse que 2 + 2 = 8. Cada um tem a sua própria verdade.

No “ecumenismo cristão”, pessoas de igrejas diferentes aplicam o pluralismo para decidir que algumas doutrinas são essenciais, enquanto outras são sujeitas à interpretação, tradição e opiniões próprias. Desta maneira, podem achar essencial acreditar na morte e ressurreição de Jesus, mas não importante aceitar o que ele diz sobre o batismo. Podem dizer que é importante acreditar em Jesus, mas não precisa, necessariamente, acreditar nos milagres ou nos ensinamentos dele.

No “macro-ecumenismo”, o pluralismo iguala tantas doutrinas diferentes que as únicas verdades universais são algumas noções muito generalizadas. Por exemplo, é importante promover a paz, o amor e a felicidade dos seres humanos. Passando destas idéias básicas, já entrariam em conflito.

Em geral, quanto mais abrangente o ecumenismo, menor a “verdade”.

O que Deus diz?

Quando ecumênicos procuram aprovação de Deus, sempre destacam o amor dele, que é uma característica importantíssima da natureza divina (1 João 4:8). Mas, para tentar justificar a união do sagrado com o profano, esquecem da santidade dele, um outro aspecto fundamental de seu caráter (Apocalipse 4:8). O ecumenismo depende de uma teologia desequilibrada.

No Velho Testamento, Deus sempre exigia pureza, santificação e separação das outras religiões. Antes de subir a Betel (casa de Deus), a família de Jacó teve que lançar fora seus “outros deuses” (Gênesis 35:2). Deus falou para Israel não ter nenhum outro Deus (Êxodo 20:1-3), e exigia uma intolerância absoluta em relação aos outros (falsos) deuses (Êxodo 22:20; 23:24). Adoração de qualquer outro deus é vista como desvio do Senhor (Êxodo 32:8; Juízes 2:12; 10:6). Josué insistiu na importância de servir somente o Deus verdadeiro, rejeitando os falsos deuses dos outros povos (Josué 24:14-15). Homens fiéis recusavam servir outros deuses, mesmo quando foram ameaçados de morte (Daniel 3:18).

No Novo Testamento, Deus exige a mesma pureza e santificação. Servir falsos deuses é voltar á escravidão (Gálatas 4:8-9). Por isso, devemos nos guardar dos ídolos (1 João 5:21; 1 Coríntios 10:14), pois a idolatria é um pecado que impede acesso ao reino de Deus e leva à condenação eterna (1 Coríntios 6:9-11; Apocalipse 21:7-8). Os ensinamentos da Nova Aliança não somente condenam a idolatria, mas toda e qualquer forma da impureza (2 Coríntios 6:14 – 7:1). Qualquer um que nos incentiva a aceitar doutrinas que não vêm de Jesus Cristo deve ser rejeitado (Gálatas 1:6-11; 2 João 9).

Como devemos agir?

Podemos ser pessoas santas num mundo influenciado pelo pluralismo e o espírito ecumênico? Como viver para agradar a Deus neste ambiente de compromisso e desrespeito pela verdade única que ele revelou? Consideremos alguns princípios bíblicos que mostram o que devemos fazer: 1. Procurar viver em paz com todas as pessoas, amando como Jesus amou (Romanos 12:18); 2. Seguir a doutrina revelada por Jesus e seus apóstolos, como o fizeram os primeiros discípulos (Atos 2:42; Efésios 4:14-15); 3. Pregar a mensagem da salvação oferecida exclusivamente por meio de Jesus (Atos 4:12); 4. Conhecer e pregar o único caminho à salvação por meio de Jesus Cristo crucificado (1 Coríntios 2:1-5; 2 Timóteo 4:1-4); 5. Rejeitar aqueles que ensinam outras doutrinas (Romanos 16:17-18);6. Manter a nossa separação e santidade (1 Pedro 1:16; Hebreus 12:14).

A importância da escolha certa

A pesar das palavras suaves de líderes de diversas igrejas e religiões, o servo de Deus precisa escolher entre o certo e o errado. Os verdadeiros líderes espirituais – as pessoas escolhidas por Deus para guiar o seu povo – não apóiam o pluralismo e o ecumenismo.

● Moisés, o libertador dos israelitas, não foi ecumênico (Deuteronômio 30:15-20). 

● Josué, o homem que guiou o povo na conquista da terra prometida, não foi ecumênico (Josué 24:14-15). 

● O apóstolo Pedro não foi ecumênico (Atos 2:36; 4:12). 

● O apóstolo Paulo não foi ecumênico (Colossenses 2:20 – 3:4). 

● Jesus Cristo, o Filho de Deus, não é ecumênico (Mateus 7:13-14).

Amor ao próximo

Rejeitar o pluralismo e o ecumenismo não reflete falta de amor. O verdadeiro amor busca a verdade (1 Coríntios 13:6), e sabe que a verdade nos liberta (João 8:32). Não salvaremos ninguém se tornarmos “cúmplices nas obras infrutíferas das trevas” (Efésios 5:11). Se tivermos amor, falaremos e seguiremos a verdade, pois assim alcançaremos a salvação e conduziremos outros à mesma bênção da comunhão eterna com o único e verdadeiro Deus (Efésios 4:15; 1 Timóteo 4:16). Se você ama a Deus e ama ao próximo, não seja enganado pelas falsas e perigosas noções do pluralismo!

Fonte: http://www.estudosdabiblia.net/d142.htm   –   por Dennis Allan

 

Ecumenismo pode levar à apostasia da fé cristã?

O que é ecumenismo? Do ponto de vista do cristianismo, é o movimento que visa à unificação das igrejas cristãs, com base no apelo à unidade entre todos os povos sob o governo de Cristo, contido na mensagem do evangelho. É um movimento que busca o diálogo e a cooperação comum entre igrejas cristãs, para superar as divergências históricas, culturais e teológicas, aproximar os cristãos de diversas denominações, evangelizar o mundo e contribuir para a paz mundial.

Poucos sabem, mas o ecumenismo moderno remonta a uma proposta de unificação das igrejas protestantes, a fim de promover missões evangelísticas. Contudo, posteriormente, a ideia foi utilizada pela Igreja Católica para impor sua liderança sobre todas as igrejas cristãs, passando por cima das diferenças doutrinárias que ficaram evidentes com a Reforma Protestante, proposta por Martinho Lutero, no século 16.

Como conciliar ensinamentos (como a existência de um Purgatório para as almas perdidas; a função intercessora de Maria, o sumo sacerdócio papal) e práticas católicas (como veneração a Maria e aos santos), claramente contrários aos postulados bíblicos, com a fé cristã professada pela Igreja Protestante, que só adora a Deus e tem Jesus como único Salvador e Mediador entre Deus e os homens?

Quando alguma Igreja Protestante se predispõe a assinar um tratado ecumênico com a Igreja Católica, automaticamente está reconhecendo o papa, em vez de Cristo, como o líder supremo da Igreja, fechando os olhos para diferenças doutrinárias abissais contrárias à doutrina bíblica, destruindo a sua identidade com a Igreja primitiva e desprezando os ensinamentos de Cristo e dos apóstolos. Em suma, está apostatando da fé genuinamente cristã.

E a proposta do ecumenismo atual não está restrita apenas às igrejas historicamente classificadas como cristãs ou monoteístas (o cristianismo, o judaísmo e o islamismo). Existe um movimento mundial de união entre várias religiões, inclusive as mais destoantes em relação à Bíblia (como o candomblé, a umbanda, a quimbanda, o budismo, o hinduísmo, o xintoísmo).

Não é à toa que, nos cultos ecumênicos no Brasil, há pelo menos um representante de cada religião!

Na verdade, o ecumenismo pregado por essa sociedade afastada de Deus não visa promover a salvação em Cristo e Seu Reino aqui na terra. Antes, empunhando a bandeira da fraternidade, da tolerância e do amor entre os diferentes, visa à globalização e à promoção de um idioma, uma moeda e uma religião únicos, sob comando do Anticristo.

É por essas e outras razões que dizemos não ao ecumenismo e alertamos os cristãos quanto ao engodo, à hipocrisia e aos perigos desse movimento que objetiva prostituir espiritualmente a verdadeira Igreja de Cristo, a fim de neutralizá-la, envergonhá-la e levá-la à idolatria.

Mas, graças a Deus, no Brasil há milhares de cristãos evangélicos que reconhecem a armadilha do ecumenismo e recusam-se a adorar outros deuses e a abrir mão dos princípios bíblicos. Esses fiéis fazem parte da Igreja verdadeira e, unidos, militam como bons soldados de Cristo pela causa do evangelho, pregando a salvação unicamente em Jesus e ensinando que Ele é o único Mediador entre Deus e o homem, o único e eterno Sumo Sacerdote, o único Cabeça e Líder da Igreja, lavada e remida por Seu sangue.

SUGESTÕES DE LEITURA:

Apocalipse 13, 17 e 19

Fonte: Verdade Gospel – Portal Gospel de Notícias do Brasil

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